Todos ao Dia Nacional de Luto e de Luta (7/8): em defesa da vida e do emprego. Fora Bolsonaro/Mourão!

Na sexta-feira (7 de agosto), os trabalhadores brasileiros vão manifestar seu protesto contra as quase 100 mil mortes provocadas pela covid-19 em todo o país. Também vão reafirmar a luta em defesa da vida, do emprego, contra a retirada de direitos e pelo Fora Bolsonaro/Mourão.

Convocado pelas centrais sindicais, o Dia Nacional de Luto e de Luta será marcado por assembleias, mobilizações, paralisações e atos simbólicos em várias categorias de trabalhadores. A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e sindicatos filiados também estão incorporados às mobilizações.

Na base do Sindipetro-RJ, a forma de participação dos petroleiros e petroleiras será definida na reunião plenária das bases operacionais, que acontece nesta terça-feira (4/8), a partir das 15h. O link de acesso à reunião é o seguinte: https://us02web.zoom.us/j/86048279359 (Meeting ID: 860 4827 9359). Participe você também.

É preciso barrar os ataques movidos pela gestão Castello Branco aos direitos de petroleiros e petroleiras

Há mais que motivos de sobra para que todos os petroleiros e petroleiras se incorporem às atividades do Dia Nacional de Luto e de Luta. É preciso aumentar a pressão para que a Petrobrás prorrogue o atual ACT e suspenda todas as negociações de um novo acordo enquanto durar a pandemia. Foi isto o que a FNP reafirmou na última sexta-feira (31/7), durante reunião com o RH da Petrobrás.

A FNP também cobrou o fim da venda de ativos e das arbitrárias transferências de trabalhadores, rejeitou a imposição do teletrabalho e exigiu total transparência da empresa no trato de dados relacionados à covid. Como é de conhecimento geral, a Petrobras vem se recusando a fornecer informações sobre empregados mortos e vitimados pelo novo coronavírus. O que demonstra total falta de transparência da gestão Castello Branco. A mesma gestão que também quer privatizar a AMS, por meio da entrega da Assistência Multidisciplinar de Saúde a uma empresa do mercado privado deste setor. A luta contra esta proposta absurda gerou inclusive um abaixo-assinado em defesa da AMS e contra a privatização de sua gestão, disponível em: https://bit.ly/3gqyyYa

A mobilização é o único meio possível para reverter estes e outros ataques movidos pelo governo Bolsonaro e a direção da Petrobras aos direitos da categoria. Recentemente, os metroviários de São Paulo deram o exemplo, com uma mobilização e ameaça de greve que forçou o governo daquele estado a manter o pagamento do adicional-noturno em 50% e a hora-extra em 100%, além de reabrir a discussão sobre as condições de trabalho. Mobilizações semelhantes estão fazendo os trabalhadores do INSS contra a reabertura precipitada de agências em plena covid, os servidores do judiciário de São Paulo, os profissionais da educação do Rio e os metalúrgicos da Renault, que lutam contra mais de 700 demissões feitas pela montadora no Paraná.

Todos ao Dia Nacional de Luto e de Luta.

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