| I. Relatório
intitulado Avaliação das Causas da Ruptura do
Duto PE-II da Petrobrás, elaborado, por solicitação
da Petrobrás, pela Coordenação dos Programas
de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), de março de 2000;
II.
Relatório elaborado por Comissão Interna da Petrobrás
constituída para apurar as causas do acidente ocorrido no
duto PE-II, em 18 de janeiro de 2000, intitulado Ocorrência
com o Duto de Produtos Escuros PE-II, de 25 de janeiro de
2000;
III.
Relatório elaborado por Comissão Interna da Petrobrás
constituída para apurar as causas do acidente ocorrido em
10 de março de 1997, neste mesmo duto PE-II, que causou um
vazamento de cerca de 3 milhões de litros de óleo
combustível, negado a esta Comissão pela Petrobrás,
mas obtido junto à Comissão de Defesa de Minorias,
Consumidor e Meio Ambiente da Câmara dos Deputados, de 24
de março de 1997;
IV.
Relatório elaborado pela Comissão Interna de Prevenção
de Acidentes da Refinaria Duque de Caxias (CIPA/REDUC), intitulado
Comissão de Apuração e Melhorias no Duto
PE-II, sobre o acidente de 18 de janeiro de 2000, no duto
PE - II da Petrobrás, sem data;
V.
Relatório técnico elaborado pela Agência Nacional
de Petróleo
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(ANP)
sobre o Acidente da Baía de Guanabara em 18/01/2000, obtido
junto à Comissão de Serviços de Infra-Estrutura
do Senado Federal, de 10 de março de 2000;
VI.
Documento elaborado pela Direção da Petrobrás
intitulado Considerações ao Relatório
de Diligência Investigatória da Procuradoria do Trabalho,
contendo os problemas gerais de gerenciamento de riscos da REDUC,
assinado pelo então Superintendente da REDUC Eider Castro
Andrade Prudente de Aquino, em 17 de maio de 1999, no Rio de Janeiro,
respondendo ao questionamento do Ministério Público
do Trabalho;
VII.
Denúncias diversas encaminhadas ao Ministério Público
Federal e à Procuradoria Regional do Ministério Público
do Trabalho-1a Região, e à Câmara dos Deputados,
pelo Sindipetro-Caxias, para providências em relação
ao acidente ocorrido em 10 de março de 1997, neste mesmo
duto PEII, que rompeu novamente em 18 de janeiro de 2000,
e sobre outras irregularidades constatadas;
VIII.
Depoimentos prestados pelos profissionais: Albano de Souza Gonçalves
diretor da Petrobrás, engenheiro mecânico, CREA-MG
6027/D; Laércio Rodrigues Horta chefe da Assessoria
de Segurança Industrial e Meio Ambiente da Petrobrás,
engenheiro químico, CREA-SP 3186/D; Fernando Pereira dos
Santos Filho presidente da CIPA/DTSE/GEGUA, engenheiro eletricista,
CREA-RJ 1982100812/D; Judson Antunes Rodrigues – vice-presidente
da CIPA/DTSE/GEGUA, técnico de instrumentação, CREA-RJ 1999102215/D;
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