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Participe das assembléias
de PLR hoje (19) e quinta (20)
Também estaremos
elegendo os delegados para o VIII CONFUP. Lembre-se: as assembléias serão
realizadas com trabalhadores do Sistema Petrobras vinculados à nossa base
(Petrobras, Transpetro, Braspetro, Gaspetro e Petroquisa).
Hoje,
os petroleiros da base do RJ começam a decidir sobre o impasse
da PLR e a eleger os delegados ao VIII CONFUP que
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acontece
em julho, na Bahia. O Sindipetro-RJ indica que a categoria encerre
a campanha da PLR. Leia o editorial ao lado.
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Metalúrgicos
param o Edise
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de 1.500 metalúrgicos bloquearam ontem as entradas do
Edifício Sede da Petrobras (Edise), no Centro do Rio.
O protesto ocorreu porque a Petrobras optou pelo estaleiro Jurong,
de Cingapura, para construir a P-50. Não houve expediente
no Edise.
Leia
mais no verso
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PLR/Petrobras
De
cabeça erguida
Os petroleiros da base do RJ
realizam as-
sembléias hoje e amanhã para decidirem sobre o impasse
na campanha da PLR. A direção colegiada do Sindipetro-RJ,
por unanimidade, indica que a categoria encerre a campanha. A decisão
é difícil mas entendemos que, se rejeitamos uma contraproposta
da empresa, significa que estamos mobilizados e na luta para garantir
a nossa proposta.
No primeiro momento estivemos. Tanto é que a PLR extraordinária
do ano passado só saiu porque estávamos em greve e
a direção da Petrobras só cedeu por isso.Foi
também a nossa mobilização que fez com que
a direção da empresa alterasse sua proposta de PLR
este ano.
Os trabalhadores honraram os seus compromissos na negociação
do ano passado. O mesmo não pode ser dito da direção
da Petrobras, que logo revelou a intenção de rasgar
o ACT da categoria.
O impasse moral e ético surgiu quando a direção
da Petrobras disse que não voltava atrás e insistiu
no desconto na PLR. Se por um lado continuamos rejeitando a proposta
da direção da Petrobras, não construímos
uma resposta nacional com a força necessária.
Propomos encerrar a campanha, assinando o acordo da PLR no patamar
atual, sabendo que mais do que nunca, precisamos estar unidos para
enfrentar todos os ataques de FHC e Gros. O compromisso de ambos
é com o FMI, portanto, com o desemprego dos brasileiros,
com o arrocho salarial e com a destruição do patrimônio
nacional. Basta ver a entrega da construção da P-50
para um estaleiro de Cingapura. Na porta do Edise, os metalúrgicos
deram um grande exemplo: os trabalhadores só conseguem defender
seus direitos quando a indignação vira vontade política
e vira mobilização. É isso que precisamos continuar
demonstrando, sobretudo em outubro, quando poderemos virar esse
jogo.
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